Apenas em Moçambique, as Nações Unidas estimam que 2,5 milhões de pessoas precisam de assistência humanitária devido aos ciclones, secas e inundações.
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Quando não são informadas sobre as escolhas disponíveis, as raparigas ficam mais vulneráveis a gravidez e casamento prematuros, violência sexual e de género.
Um ano após o ciclone Kenneth, as pessoas ainda estão lutando para sobreviver no norte de Moçambique, enquanto a violência e o risco de Covid-19 aumentam.
Problemas de acesso, como estradas e pontes destruídas, fazem com que PMA encontre alternativas para atender comunidades necessitadas.
*Artigo de opinião publicado pelo jornal Notícias, Moçambique.
Com cada boneca feita, Kituza se cura da violência brutal que passou e sobreviveu em seu país, na República Democrática do Congo
A pandemia do COVID-19 afectou a vida do Daniel assim como a tantas outras crianças pelo mundo, elas tiveram de abdicar de suas brincadeiras.
- Senhora Myrta Kaulard, Coordenadora Residente das Nações Unidas em Moçambique, junta-se ao Secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, e à Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet, para pedir a todos que enfrentem o ódio e quebrem o silêncio acerca da discriminação e da violência que sofrem as pessoas LGBTI.